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Blocos cerâmicos: um item de inovação

Na alvenaria estrutural racionalizada, há um elemento que confere ainda mais vantagens ao projeto: os blocos cerâmicos. Associados a esta inteligente forma de construção, que elimina quase totalmente o uso de materiais como madeira, concreto e aço, os blocos colaboram para uma redução de até 20% do custo total da obra, em comparação ao sistema de concreto armado. Descubra a seguir as propriedades e vantagens deste material.  

Um pouco de história

Os blocos cerâmicos, mais popularmente conhecidos como tijolos, remontam a história da humanidade. Eles são um componente básico das construções de alvenaria, tanto de vedação quanto estrutural, e os mais remotos vestígios de sua existência datam de mais de 7 mil a.C., encontrados no sudeste da Anatólia, na Turquia. Já os tijolos cozidos, de acordo com dados históricos e descobertas arqueológicas, foram criados e desenvolvidos provavelmente no terceiro milênio antes do nascimento de Cristo, no Oriente Médio.  

Fato é que os blocos cerâmicos foram os catalisadores de uma profunda transformação no modo de vida do ser humano, pois permitiram que pudessem ser erguidas construções resistentes à temperatura e à umidade, inaugurando o advento da habitação e proporcionando que o homem transcendesse a vida nômade. Desde então, eles passaram a ser amplamente utilizados, dada sua durabilidade e facilidade de fabricação, pela abundância da matéria-prima que o origina, a argila. A Revolução Industrial trouxe a produção de blocos cerâmicos em larga escala e o uso dos tijolos passou a ser generalizado na Europa e em todo o mundo.

 

Das vantagens do uso

Há, no mercado de construção civil, diversas opções de bloco para alvenaria estrutural. Os blocos de cerâmica e o de concreto são os mais utilizados; porém, destacamos aqui as vantagens dos cerâmicos. Eles são fabricados por extrusão, a partir da mistura de um ou mais tipos de argila, e queimados em forno túnel entre 800 e 1100º C, com rigoroso controle de temperatura. Tal processo confere uma queima uniforme, adequada resistência mecânica e regularidade dimensional.

Os blocos cerâmicos são até 40% mais leves que os de concreto, facilitando o transporte e o manuseio no canteiro de obras, aumentando, assim, a produtividade. Possuem um melhor desenvolvimento térmico e acústico, resultando em melhor conforto nas edificações, absorvem menos água, e suas juntas de dilatação podem ser maiores, devido à menor movimentação entre os blocos. Por não necessitar de requadrações vigas e pilares, oferecem um melhor aproveitamento interno quando comparados aos blocos de concreto.

Esse material é, também, uma excelente solução quando consideradas as alternativas amigáveis ao meio ambiente, pois resulta na redução de 83% menos gases do efeito estufa (CO2) ao longo de seu ciclo de vida em relação aos blocos de concreto, consomem 43% menos recursos naturais não renováveis e consomem 84% menos água na execução da parede que os seus similares de concreto.

 

Legislação: o que deve ser respeitado

Não é difícil perceber que a alvenaria estrutural em blocos cerâmicos é uma alternativa simples e com excelente relação custo-benefício, principalmente pela grande economia de material e mão de obra. Porém, é importante lembrar que os blocos precisam seguir alguns padrões. São eles:

– NBR 15.270-1 (blocos cerâmicos para alvenaria de vedação);
– NBR 15.270-3 (ensaios de blocos cerâmicos para alvenaria de vedação);
– NBR 7.171:1992 (bloco cerâmico para alvenaria/especificação);
– NBR 8.042:1983 (bloco cerâmico para alvenaria/formas e dimensões/padronização);
– NBR 6.461:1983 (bloco cerâmico para alvenaria/verificação da resistência à compressão);
– NBR 8.043:1983 (bloco cerâmico portante para alvenaria/ determinação da área líquida).

 

Fontes